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Agência de e-commerce: o que faz, quanto custa, como escolher e quando vale contratar uma agência de e-commerce

Agência de e-commerce é a empresa que cuida da venda da loja online por você: tráfego pago, marketplaces, conteúdo e SEO, taxa de conversão e relatório. Veja o que ela entrega por mês, como cobra, a diferença para full commerce e gestor, as perguntas antes de assinar e os sinais de alerta.

Resposta curta: agência de e-commerce é a empresa que cuida da venda da sua loja online: tráfego pago, marketplaces, conteúdo e SEO, conversão e relatório. Ela cobra por mensalidade, percentual sobre a venda ou os dois, e a verba de anúncio quase sempre é sua. Não opera estoque nem entrega: isso é do full commerce. Antes de contratar, exija a loja e as contas no nome da sua empresa e uma conta de quanto sobra por pedido.

O que uma agência de e-commerce faz

A loja virtual não vende sozinha: alguém precisa levar o comprador até ela e convencê-lo a fechar. É esse o trabalho da agência. As frentes que costumam aparecer na proposta:

  • Tráfego pago: anúncios de busca e de produto no Google e anúncios nas redes sociais, com a verba definida por você.
  • Marketplaces: cadastro, título, fotos e preço dos produtos em lugares como Mercado Livre, Shopee e Amazon. Cada um tem tarifa própria; veja a conta em canais de venda.
  • Conteúdo e SEO: uma página para cada produto e categoria com o nome que o comprador pesquisa, para vender sem pagar por clique.
  • Conversão: o que acontece entre a visita e o pedido: foto, preço e frete visíveis, prazo de entrega, checkout curto.
  • Relacionamento: e-mail, WhatsApp e lembrete de recompra.
  • Relatório: visitas, pedidos, ticket médio, custo por pedido e margem. Os oito números estão em gestão de e-commerce.

Agência, gestor, freelancer ou full commerce

QuemFazFica de fora
FreelancerUma frente (só anúncio, só fotos)O resto da operação de venda
Gestor de e-commerceA rotina da loja, com vocêQuase sempre, a execução de especialista
Agência de e-commerceAs frentes de venda, com equipeEstoque, embalagem e entrega
Full commerceVenda e operação, inclusive logísticaEm geral, parte do controle da marca

A ordem que costuma funcionar é a do guia de gestão: o dono faz enquanto a loja é pequena, terceiriza por partes o que exige especialista e só terceiriza a operação inteira quando a escala pede. O que muda no full commerce está em full commerce.

Como a agência de e-commerce cobra

Não existe tabela oficial de preço. Os desenhos que aparecem:

FormaComo funcionaCuidado
Mensalidade fixaValor mensal por um escopo escritoO escopo precisa dizer quantos anúncios, páginas e relatórios
Percentual sobre a vendaA agência fica com uma fração do faturamentoSobre o faturamento ou sobre o lucro? Faturamento premia volume, não margem
MistoFixo menor mais percentualSome os dois antes de comparar
Por projetoPreço fechado por entrega (loja, campanha)Pergunte quem cuida depois

A verba de anúncio é um custo à parte: você paga direto ao Google, à Meta ou ao marketplace. Se a proposta mistura a verba com a mensalidade, peça os dois valores separados.

Quando vale contratar uma agência de e-commerce

  • Já vende e quer escalar: o dono não dá conta de anúncio, marketplace e conteúdo ao mesmo tempo.
  • Tem margem: depois de produto, frete, taxas e imposto, sobra o bastante para pagar anúncio e agência e ainda ficar com lucro. Se a margem do pedido é negativa, agência só aumenta o prejuízo.
  • Tem operação: estoque certo, prazo cumprido, atendimento respondendo. Vender mais para uma operação que falha gera reclamação.

Se a loja ainda nem existe, o primeiro passo é criar a loja virtual, não contratar agência.

O que perguntar antes de assinar

  1. Quais são as entregas do mês, escritas? Quantas campanhas, páginas, produtos e relatórios.
  2. Que casos você tem de loja parecida com a minha? Com o número antes e depois, e a conta do custo por pedido.
  3. Como vocês medem? Pedido pago, não clique nem visita.
  4. Quem é dono da loja, do domínio, das contas de anúncio e dos dados dos clientes? A resposta tem de ser a sua empresa.
  5. Qual é o prazo de saída? Quanto tempo de aviso, se há multa e como as contas voltam para você.
  6. Quem vai trabalhar na minha conta? O nome de quem vende na reunião nem sempre é o de quem opera.

Sinais de alerta

  • Promete posição ou venda garantida. Anúncio e busca dependem de leilão, concorrência e do seu produto.
  • Não mostra a conta de margem, só faturamento.
  • Abre a conta de anúncio no nome da agência.
  • Relatório só com cliques e alcance, sem pedido.
  • Contrato longo sem saída, em troca de um desconto.

Os dados dos seus clientes

Quando a agência acessa nomes, e-mails e pedidos dos seus clientes, ela trata dados pessoais por você. A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) manda o operador tratar os dados segundo as instruções do controlador, que é a sua empresa, e exige medidas de segurança (artigos 39 e 46). Deixe isso no contrato: para que a agência usa os dados, onde guarda e o que faz com eles quando o contrato acaba.

Onde a ROI Labs entra

A ROI Labs não é uma agência de e-commerce nem opera a loja inteira. Ela cuida da parte da venda que vem da busca e do atendimento: mede o que o comprador do seu nicho pesquisa, constrói o site com uma página para cada pesquisa, faz o SEO, cuida do Google Ads e do Meta Ads se você quiser anunciar, e a equipe dela atende cada contato no WhatsApp até o fechamento, no nome da sua empresa. O cliente é seu. A anuidade da cadeira, de R$ 3.960 por ano (R$ 330 por mês), cobre site, SEO, redes sociais, gestão do Google Ads e do Meta Ads e vendedor. O resto só existe quando há venda: um success fee sobre a venda que o site trouxe e, no anúncio, 30% do lucro que ele deixar, com a verba paga por você direto ao Google ou ao Meta. Os detalhes estão na página do modelo.

Em resumo

  • Agência de e-commerce vende; o full commerce vende e opera.
  • Cobrança por mensalidade, percentual ou os dois; a verba de anúncio é sua e vem separada.
  • Só vale contratar com margem positiva por pedido e operação que entrega.
  • Loja, domínio, contas e dados ficam no nome da sua empresa.
  • Peça entregas escritas, casos com número e relatório por pedido, não por clique.
  • Desconfie de garantia de resultado e de contrato longo sem saída.

Fontes (consultadas em 1º de novembro de 2026): Lei Geral de Proteção de Dados, Lei nº 13.709, de 2018, artigos 39 e 46; guias da ROI Labs sobre gestão de e-commerce e canais de venda.

Transparência: este guia é da ROI Labs, que não é agência de e-commerce. A comparação acima serve para você julgar qualquer agência, inclusive quando a resposta for «não contrate ninguém agora».

A próxima cadeira pode ser a do seu nicho

Uma empresa por nicho senta nela e domina a busca do setor no Brasil — com anuidade simbólica de R$ 3.960/ano e sem risco de tecnologia: o resto você paga só quando vende.

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Perguntas frequentes

O que faz uma agência de e-commerce?

Ela cuida da parte da loja que traz e converte o comprador: anúncios no Google e nas redes, presença nos marketplaces, páginas de produto e categoria para a busca orgânica, taxa de conversão, e-mail e WhatsApp, e o relatório mensal. A agência em geral não cuida de estoque, embalagem e entrega; quem faz isso também é o full commerce.

Quanto custa uma agência de e-commerce?

Não há tabela oficial. As agências cobram mensalidade fixa, percentual sobre a venda ou uma mistura dos dois, e quase sempre a verba de anúncio é paga à parte, direto ao Google ou ao marketplace. Compare propostas pelo escopo mensal escrito e pela conta final: quanto sobra de cada pedido depois de produto, frete, taxas, imposto, anúncio e a mensalidade.

Agência de e-commerce ou full commerce?

A agência vende; o full commerce vende e também opera: estoque, embalagem, entrega e atendimento. Se você já tem produto, estoque e quem despache, a agência basta. Se quer só fabricar ou comprar e deixar o resto, o full commerce é o modelo, e quem o oferece costuma ficar com parte do controle da loja.

A loja e as contas de anúncio ficam no meu nome?

Têm de ficar. Exija que o domínio, a plataforma da loja, a conta de anúncios, o Google Analytics, o Search Console e a base de clientes estejam no CNPJ da sua empresa, com a agência como usuária. Sem isso, trocar de agência vira recomeçar do zero.

As listas de melhores agências de e-commerce servem para escolher?

Só como ponto de partida. Muitas dessas listas são escritas por agências, e o critério de ordem nem sempre aparece. Peça à agência casos do seu tipo de loja, com o número de antes e depois e a conta de quanto custou cada pedido.

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